O lado dos colegas de classe 2 (Prequela): O retorno ao pesadelo

No dia que Hajime e Yue se conheceram e sobreviveram a sua luta de vida ou morte contra o Escorpião

Kouki e o resto dos heróis mais uma vez entraram no |Grande Calabouço Orcus|. Contudo, os que estavam neste local eram apenas os alunos do grupo do Herói Kouki, um pequeno grupo de patifes e outro grupo consistindo de cinco garotos e garotas liderados pelo corpulento garoto lutador de judô chamado Nagayama Jugo.

A razão era simples. Mesmo que eles não falassem sobre o assunto, a morte de Hajime deixou profundas e pesadas sombras em seus corações. Se eles não encarassem a realidade da “batalha mortal”, eles não seriam capazes de lutar apropriadamente. Este era o tipo de trauma psicológico que eles sofreram.

É claro que que os oficiais da Igreja dos Santos não foram receptivos com essa situação. Pensando que, contanto que os estudantes experimentassem combates reais incessantemente, eles deveriam continuar lutando depois de algum descanso e eles continuariam a incentiva-los para voltar ao campo de batalha todos os dias. Contudo, havia uma opositora veemente. Era Aiko-sensei.

Aiko não participou da expedição naquela vez. Devido ao fato de sua classe ser a especial e extremamente rara Agricultora, ao invés de treinamento de combate, a igreja esperava que ela se esforçasse ajudando no cultivo agrícola. Enquanto Aiko-sensei estivesse por perto, havia uma enorme possibilidade de que seus problemas com provisões estariam resolvidos.

Quando Aiko descobriu sobre a morte de Hajime, ela estava tão chocada que ficou alguns dias de cama. Confrontada pelo fato de um de seus estudantes ter morrido enquanto ela estava tranquilamente passando seu tempo em uma zona segura e o fato de que já não seria possível levar todos de volta para o Japão, Aiko, que tinha um forte senso de responsabilidade, sofreu um grande golpe.

Era por isso que ela absolutamente não permitiria que os estudantes que não podiam lutar fossem enviados para o campo de batalha. A classe de Aiko era extremamente rara e oferecia a possibilidade de trazer grandes mudanças para o problema da fome neste mundo. E essa Aiko-sensei estava protestando incansavelmente contra o treinamento forçado de combate dos alunos. A igreja, que queria evitar a piora em suas relações, aceitou a objeção de Aiko.

No fim, apenas os heróis (grupo de Kouki), os patifes (grupo de Hiyama Daisuke) e o grupo de Nagayama Jugo se voluntariaram para continuar com o treinamento. Depois de treinarem por um tempo, eles decidiram desafiar o |Grande Calabouço Orcus| mais uma vez. Desta vez, eles também foram acompanhados pelo Comandante Meld e vários Cavaleiros.

Esse era o sexto dia da exploração deles no |Calabouço|. Eles estavam atualmente no 60º andar. Faltavam apenas cinco andares até eles chegarem no andar mais profundo já atingido na história. Entretanto, o grupo de Kouki estava preso. Não, ao invés de ser incapaz de avançar, era mais uma lembrança involuntária do pesadelo daquela vez que os paralisou.

Sim. Apesar de ser claramente diferente do que foi daquela vez, penhascos parecidos se espalhavam diante de seus olhos. Eles teriam que atravessar uma ponte suspensa para chegar ao próximo andar. Isto não era um grande problema, mas, como esperado, eles não podiam fazer nada além de se lembrarem daquele evento. Especialmente Kaori, que ficou de pé estática, encarando dentro da escuridão do abismo sem fim.

(Shizuku): “Kaori…”

Assim que Shizuku a chamou com nervosismo, Kaori que estava olhando para baixo com um olhar intenso, lentamente balançou sua cabeça e sorriu para Shizuku.

(Kaori): “Está tudo bem Shizuku-chan”

(Shizuku): “Entendo… você não está se esforçando demais, não é? Você não precisa se segurar por mim”

(Kaori): “Eheh-he. Obrigada Shizuku-chan”

Shizuku também sorriu para sua amiga. Os olhos de Kaori estavam com um brilho intenso, sem mostrar nenhum desespero ou escapismo[1]. Com sua excelente percepção e sensibilidade para as sutilezas dos outros, Shizuku percebeu que Kaori dizendo “Está tudo bem” era uma forma de expressar seus verdadeiros sentimentos.

[Shizuku]: (“Como imaginei, Kaori é forte”)

A morte de Hajime era praticamente certa. Era inútil dizer que ele sobreviveu. No entanto, Kaori não escolheu escapar nem negar, mas avançar até descobrir a verdade. Shizuku estava orgulhosa de sua melhor amiga.

Contudo, ser incapaz de ler o clima era uma das especialidades do Herói. Os olhos de Kouki refletiam a aparência de Kaori triste pela morte de Hajime enquanto ela encarava o vazio. Ele concluiu que a gentil Kaori estava sofrendo pela morte de um colega. Consequentemente, sob o filtro dessa suposição, o sorriso de Kaori parecia ser forçado para ele.

Assim, sem a menor consideração de que Kaori pensava com carinho em Hajime e ainda acreditava na possibilidade de sua sobrevivência, Kouki continuava a dar consolações equivocadas para Kaori.

(Kouki): “Kaori… eu gosto desse seu lado gentil. Entretanto, você não pode se deixar levar pela morte de seu colega para sempre! Você precisa superar isso. Com certeza isso seria o que Nagumo iria desejar”

(Shizuku): “Hey. Kouki…”

(Kouki): “Shizuku, fique em silêncio um pouco! Mesmo que seja duro, como amigo de infância dela, eu tenho que dizer isto… Kaori, está tudo bem. Eu vou continuar do seu lado. Eu não morrerei. Eu não vou permitir que mais ninguém morra. Eu prometo que nunca deixarei Kaori triste”

(Shizuku): “Haaaaa. Impulsivo como sempre… Kaori…”

(Kaori): “Haha. Está tudo bem Shizuku-chan… bom, eu sei o que Kouki-kun estava tentando dizer, então está tudo bem”

(Kouki): “Oh. Você entendeu!”

Kaori só podia sorrir sem graça para as palavras completamente erradas de Kouki. Parecia que mesmo que Kaori falasse honestamente sobre seus sentimentos, era provável que Kouki não entendesse. Para Kouki, já era um fato consumado que Hajime estava morto. Assim, era impensável que o motivo para Kaori treinar e explorar o |Calabouço| com tanto zelo fosse por ela acreditar que Hajime estava vivo. Era parte da natureza dele persistir em suas crenças sem duvidar de nada, ele só poderia interpretar os sentimentos de Kaori como um distúrbio psicológico causado pelo escapismo. Por sua relação de longa data, Kaori conseguia entender os padrões de Kouki, o que explicava o porquê de ela não falar nada.

A propósito, o detalhe que parecia não ser importante, mas que a convenceu completamente, foi que a pessoa que disse isso não tinha nenhuma segunda intenção. Isso só mostrava a extrema sinceridade de Kouki. Shizuku e Kaori já estavam acostumadas a ignorar as palavras e ações de Kouki, mas se fossem as outras garotas que escutassem isso, elas provavelmente ficariam envoltas em uma atmosfera amável e agradável.

Geralmente, um cara bonito com um bom caráter, competente tanto nos esportes quanto nos estudos, faria qualquer amiga de infância se apaixonar. Contudo, influenciada por seu pai rígido, Shizuku esteve em contato e foi criada por adultos em sua casa (que também era o dojo[2] da família) desde sua infância. Junto com sua percepção natural, ela estava consciente de que o senso de justiça dele era a maior falha de Kouki, e ele demonstrou isso inúmeras vezes, tornando impossível para ela desenvolver sentimentos por ele além dos de uma amiga de infância. No entanto, para os outros, a coisa mais importante não mudou.

Kaori era naturalmente insensível ao amor e escutando muitas coisas de Shizuku, seu coração foi incapaz de bater mais rápido pelas ações e palavras de Kouki. Ele era considerado uma pessoa boa e um amigo de infância atencioso, mas nunca houve nenhum sentimento romântico.

(??? A): “Kaori-chan, estou torcendo por você. Se tiver alguma coisa em que eu possa ajudar, por favor, me diga”

(??? B): “Yeah. Suzu sempre estará do lado de Kaorin!”

Se juntando a conversa delas estava Nakamura Eri e Taniguchi Suzu, que estavam escutando a conversa por perto. Ambas eram grandes amigas de Kaori desde o início do ensino médio e elas tinham uma ótima relação. Elas também eram pessoas capazes que foram adicionadas ao grupo do Herói.

Nakamura Eri era uma beldade respeitável com cabelos pretos e curtos. Ela era tranquila e meiga e, basicamente, fazia todos quererem manter os olhos nela. Ela amava livros e passava a impressão de ser uma típica bibliotecária. Para comprovar isso, ela fazia parte do comitê da biblioteca.

Taniguchi Suzu era uma chibi[3] com uma altura de quase 1,42 metro. Contudo, era inimaginável descobrir onde sua inesgotável animação poderia estar escondida em um corpo tão pequeno. Ela sempre pulava feliz com suas tranças balançando. Essa visão agradável a assegurou o papel como mascote da sala.

Quando os dois viram a descompostura de Kaori no dia que Hajime caiu no abismo, elas entenderam os sentimentos dela e aprovaram o objetivo de Kaori.

(Kaori): “Nn. Eri-chan, Suzu-chan, obrigada”

Kaori sorriu alegre para suas duas grandes amigas que conheceu no ensino médio.

(Suzu): “Oooh. Kaorin recuperou seu espíritoooo. Aquele Nagumo-kun! Como ele se atreve a deixar a Kaori-chan de Suzu tão triste! Se ele morreu, Suzu vai matar ele!”

(Eri): “S-Suzu? Se ele morreu, como você vai matar ele?”

(Suzu): “Não ligue para os detalhes! Oh, é verdade. Se ele realmente morreu, Eririn pode usar sua ‖Necromancia‖[4] para fazê-lo um servo de Kaorin!”

(Eri): “S-Suzu! Veja o que você está dizendo! Kaori-chan acredita sinceramente que Nagumo-kun ainda está vivo! Além disso, minha ‖Necromancia‖ é…”

Eri repreendeu o descuido de Suzu. Isso era comum. Olhando para a cena animada entre as duas, Kaori e Shizuku mostraram expressões agradáveis. Aliás, Kouki e o resto que estavam um pouco mais longe não escutaram a conversa de agora. É claro que era uma habilidade natural de Kouki perder a parte mais importante da conversa desse jeito.

(Kaori): “Eri-chan, eu não me importo, então está tudo bem”

(Shizuku): “Suzu também, você deveria parar com isso. Eri parece perturbada, não?”

(Suzu): “Muuuu”

Suzu estufou suas bochechas ao ouvir as palavras de Kaori e Shizuku, que foram acompanhadas de sorrisos sem graça. Eri, que ficou pálida com a menção a ‖Necromancia‖, finalmente relaxou depois de notar que Kaori realmente não ligava para as palavras de Suzu.

(Suzu): “Eririn, você ainda está com problemas com a ‖Necromancia‖? Mesmo que seja uma classe tão rara…”

(Eri): “… nn. Me desculpe. Ela seria muito útil se eu conseguisse controlar ela direito”

(Shizuku): “Eri, todos têm suas forças e fraquezas. Além disso, sua aptidão com magia é alta, então não se preocupe com isso, tudo bem?”

(Kaori): “Isso mesmo Eri-chan. Apesar de ser a sua classe, ter talento nesse campo é diferente de gostar ou não. A precisão de Eri-chan com magia não ajudou a todos?”

(Eri): “Nn. Mesmo assim, eu ainda preciso dar o meu melhor para superar isto. Porque… eu quero ser capaz de ajudar a todos!”

Eri apertou seus pequenos punhos com força para mostrar sua determinação. Vendo Eri assim, Suzu disse “Esse é o espírito Eririn!” e pulou nela, enquanto Kaori e Shizuku mostraram sorrisos para a determinação de suas amigas.

A classe de Eri era Necromante. Magia negra era um tipo de magia que afetava o espírito e a consciência. Ela era basicamente reconhecida como uma magia que infligia estados anormais para o alvo em um combate. E ‖Necromancia‖ era um dos tipos de magia negra com a maior dificuldade. Era uma magia que poderia reunir os pensamentos residuais dos mortos. Na Igreja dos Santos, também havia alguns usuários de ‖Necromancia‖ entre os Sacerdotes. Eles reuniam os pensamentos dos mortos e os passavam para as famílias em luto, usando a ‖Necromancia‖ de uma forma apropriada para um clérigo.

Entretanto, a verdadeira essência dessa magia residia em outro lugar. A forma correta de usar esta magia era prender os pensamentos residuais em um corpo usando magia, possuindo o corpo e o transformando em uma marionete. Em outras palavras, os Necromantes seriam capazes de controlar os mortos, apesar de suas habilidades e força serem menores comparados com quando estavam vivos. Além disso, até humanos vivos poderiam ser possuídos e usar técnicas e habilidades da alma do morto até certo ponto.

Apesar dos mortos poderem ser controlados até certo nível, eles eram pálidos e eram desprovidos de vitalidade, como se fossem fantasmas. E por isso, Eri sentia que não era ético usar pessoas mortas assim. Ela era incapaz de usar sua habilidade mágica com eficiência.

Atrás das quatro garotas, alguém estava as encarando. Para ser mais específico, alguém estava encarando Kaori com olhos sem brilho. Essa pessoa era Hiyama Daisuke. Naquele dia, depois que algum tempo se passou desde o retorno dos alunos para a capital, e depois que todos recuperaram sua compostura, pelo menos o suficiente, duras críticas esperavam por Hiyama por arrastar todos para aquela crise.

Hiyama já esperava que isto fosse acontecer, então ele sinceramente implorou por perdão enquanto se prostrava no chão. Ele sabia que negar o que aconteceu em horas como essa só serviria para tornar as coisas piores. O momento e o lugar para se desculpar também eram especialmente importantes.

O objetivo de Hiyama era se prostrar diante dos olhos de Kouki. Ele previu que se fosse Kouki, ele certamente seria perdoado com esse pedido de desculpas e ele receberia ajuda para se acertar com seus colegas de classe. Sua esperança se provou real assim que Kouki perdoou Hiyama e acabou com as críticas a ele. Kaori era extremamente gentil e não repreendeu Hiyama que estava se desculpando com lágrimas nos olhos. Isso foi calculado. Entretanto, Shizuku vagamente notou o esquema de Hiyama e parecia estar ofendida pelo fato de seu amigo de infância estar sendo usado desta forma.

E as ordens daquela pessoa o fizeram ficar em silêncio. Foi uma ordem extremamente terrível. Ou melhor, era um comando que o fez tremer de medo. Ele sentiu um intenso sentimento de repulsa, mas Hiyama não poderia mais parar, pois ele já tinha cruzado essa linha. Contudo, essa pessoa, que podia se misturar tão naturalmente com a classe enquanto escondia planos tão terríveis, fez Hajime tremer de medo enquanto se agarrava a pensamentos agradáveis.

[Hiyama]: (“Essa pessoa é louca… se eu segui-la, Kaori será minha…”)

Assim que ele ouviu que se ele a obedecesse, ele seria capaz de colocar suas mãos em Kaori, sua alegria suprimida formou um sorriso em seu rosto.

(??? C): “Hey. Daisuke? Qual o problema?”

Kondo, Nakano e Saito estavam olhando com suspeita para a expressão estranha de Hiyama. Os três ainda estavam andando com Hiyama. Desde o início, os quatro poderiam ser considerados como o mesmo tipo de pessoa. Apesar de um período desconfortável, a atitude nobre de Hiyama recuperou a amizade deles. Entretanto, era extremamente difícil dizer se isto podia ser chamado de amizade no verdadeiro sentido da palavra…

(Hiyama): “Eh. Não, não é nada. Eu só estou feliz pensando que nós vamos completar 60 andares”

(Kondo): “Ahhhh. É verdade. Nós estamos a apenas cinco andares do lugar mais profundo visitado na históriaaaa”

(Nakano): “Nós todos ficamos muito fortes. Minha nossa, o time que ficou para trás é muito molenga”

(Saito): “Bem, não pense assim. Parece mais que nós somos especiais”

Os três concordaram com a mentira de Hiyama sem suspeitarem de nada, ficando entusiasmados ao pensarem que eles que continuavam lutando eram especiais. Parece que vilões sem importância sempre seriam vilões sem importância. Eles se achavam superiores em relação ao grupo que permaneceu no palácio real. Suas atitudes arrogantes muitas vezes geravam reclamações. Contudo, ultrapassar o 60º andar também mostrava a habilidade deles, provando que eles não eram completos inúteis.

Naturalmente, eles não estavam no mesmo nível do grupo do Herói, então eles ficavam quietos quando estavam com Kouki e os outros. Este parecia ser o modus operandi[5] dos insetos.

O grupo não encontrou nenhum problema em particular e, finalmente, eles chegaram no andar registrado como recorde: o 65º andar.

(Meld): “Concentrem-se! O mapa daqui está incompleto. Eu não sei o que vai acontecer!”

A voz do Comandante Meld ressoou. Kouki e os outros ficaram sérios e andaram pelo território desconhecido.

Depois de um tempo, eles entraram em um enorme salão. De alguma forma, todos presentes sentiram uma premonição desagradável. Esse pressentimento estava correto. Ao mesmo tempo em que eles entraram no salão, um círculo mágico apareceu no centro da sala. Era um círculo mágico vermelho-escuro que pulsava e tinha quase dez metros de diâmetros. Era um círculo mágico muito familiar.

(Kouki): “Nã-não me diga… que é aquilo!?”

Suor frio se formou na testa de Kouki assim que ele gritou. As expressões dos outros também demonstravam o nervosismo de todos.

(Ryutaro): “Sério, ele morreu, não morreu!?”

Ryutaro exclamou, visivelmente chocado. Respondendo a isso, com uma expressão sombria, mas uma voz calma, o Comandante Meld…

(Meld): “Nós ainda não descobrimos a explicação por trás da formação das Feras Mágicas nos |Calabouços|. É normal encontrar Feras Mágicas que já foram derrotadas várias vezes. Preparem seus espíritos! Não se esqueçam de garantir o caminho de fuga!”

Caso fosse preciso, para garantir que eles pudessem escapar com segurança, o Comandante Meld deu instruções para que priorizassem a criação de uma rota de fuga. Seus subordinados obedeceram imediatamente. No entanto, isso deixou um gosto ruim na boca de Kouki e ele respondeu.

(Kouki): “Meld-san. Nós não somos mais os mesmos daquela época. Nós estamos muito mais fortes agora! Não tem jeito de perdermos agora! Nós definitivamente vamos vencer!”

(Ryutaro): “Heh. Tem razão. Não podemos ficar pensando que vamos perder para sempre. Está na hora de nossa revanche!”

Ryutaro também respondeu com um sorriso destemido. Comandante Meld encolheu os ombros enquanto dizia “Por Deus”. Como ele estava pensando que provavelmente tudo terminaria bem para Kouki e os outros com suas atuais forças, ele também mostrou o mesmo sorriso destemido.

E finalmente, com uma explosão de luz, o antigo pesadelo mais uma vez apareceu diante de Kouki e dos outros.

(???): “Guugaaaaaaa!!!”

Uma estranha figura soltou um rugido e pisou com força no chão. O Behemoth encarou Kouki e os outros com uma terrível intenção assassina transbordando em seus olhos. Justo quando todos estavam a ponto de fugir pelo nervosismo, uma única garota estava indiferente a situação e, com uma expressão determinada, devolveu o olhar.

Era Kaori. Kaori declarou não com uma voz audível, mas com força transbordando de sua vontade invencível.

(Kaori): “Ninguém mais vai ser levado. Eu vou derrotar você e vou ir até ele”

A batalha para superar o passado começava.


Status atual de Amanogawa Kouki

 

Nome:Amanogawa Kouki17 anos de idadeHomem
Classe:HeróiLevel:46 (36↑)
Força:560 (360↑)Vitalidade:560 (360↑)
Resistência:560 (360↑)Agilidade:560 (360↑)
Poder Mágico:560 (360↑)Resistência Mágica:560 (360↑)
Habilidades
‖Aptidão com Todos os Elementos‖Resistência contra Todos os Elementos‖Resistência Física‖Magia Complexa‖Esgrima‖Força Hercúlea‖Teletransporte[6] ‖Previsão‖Recuperação de Magia de Alta Velocidade‖Detecção de Presença‖Detecção de Magia‖Superar Limite‖Compreensão da Linguagem

[1] Escapismo é a tendência para fugir à realidade ou à rotina, especialmente com coisas desagradáveis, desviando a mente para outras ocupações ou entretenimentos.

[2] Dojo, ou Dojô, é o local onde se treinam artes marciais japonesas.

[3] Chibi significa literalmente “baixinho” ou “muito pequeno”. É usado como apelido, ofensa e também para se referir à mangás cujas personagens são pequenas, com cabeça grandes e maiores que o resto do corpo.

[4] A necromancia é a suposta arte de se comunicar com o mundo espiritual para obter informações do passado, do futuro ou do pós vida por meio da evocação dos mortos ou dos espíritos, utilizando-se ou não dos restos mortais que pertenceram a outras pessoas. A necromancia também pode ser muito mais que se comunicar com os mortos, mas também trabalhar com ressurreição, reencarnação e muitos outros trabalhos.

[5] Modus operandi é uma expressão em latim que significa “modo de operação”. Utilizada para designar uma maneira de agir, operar ou executar uma atividade seguindo geralmente os mesmos procedimentos.

[6] Em inglês, o nome desta habilidade é Ground Shrink, que seria literalmente “Encurtar o terreno”.