O |Grande Calabouço Raisen|?

Uma pilha de corpos.

Essas palavras descreveriam o atual espetáculo dentro da ravina do |Grande Cânion Raisen|. Algumas Feras Mágicas estavam com as cabeças esmagadas com os corpos jogados no chão. Enquanto algumas Feras Mágicas foram pulverizadas, além de monstros que tiveram seus corpos carbonizados. Apesar de haver vários métodos usados na matança, todas elas morreram com um golpe.

Naturalmente, dentro deste inferno, o lugar que era temido como um campo de execução para criminosos, lá estavam…

(Shia): “Um golpe, morte certaaaa!”

] ZUGANn!! [

(Yue): “… estorvo”

] GOBANn!! [

(Hajime): “Calada!”

] DOPANn!! [

Era o trio Hajime, Yue e Shia. Depois que Hajime e seu grupo saíram da cidade |Brook| (com os fãs de Yue e Shia se despedindo delas), usando o [Veículo Mágico de Duas Rodas], eles passaram pela entrada do |Grande Cânion Raisen|. No momento, depois de avançarem bastante e acamparem pelo caminho, eles já tinham passado pela caverna que guardava o caminho para o |Grande Calabouço Orcus|, aliás, dois dias já tinham se passado.

Dentro do |Grande Cânion Raisen|, as Feras Mágicas continuavam atacando eles como sempre.

A Marreta de Shia, balançada com imensa força, esmagava as Feras Mágicas. Era literalmente um golpe, uma morte. Os monstros foram esmagados com um ataque normal que superava em muito suas defesas. Até mesmo o poder destrutivo do pilão do coelho lunar[1] não se comparava a isso.

Yue se aproximava das Feras Mágicas e então as massacrava com sua magia que ela invocava instantaneamente com o |Poder Mágico de seu equipamento. Mesmo que a própria Yue tivesse um imenso |Poder Mágico, contando com o poder armazenado no interior dos acessórios chamados [Conjunto de Cristais Mágicos], ele se tornou ainda maior. O ataque dela poderia ser comparado a um bombardeio infinito. Apesar do |Poder Mágico ser desintegrado na ravina, assim como o tempo para invocar magia se tornar mais longo e a distância ficar menor, ela invocava chamas de temperaturas altíssimas em um piscar de olhos e as Feras Mágicas eram mortas enquanto eram carbonizadas.

Não é preciso dizer que Hajime estava explodindo as cabeças dos monstros com [Donner] enquanto dirigia o [Veículo Mágico de Duas Rodas]. Apesar de consumir o |Poder Mágico dele usando a ‖Capa do Relâmpago‖ e dirigindo o veículo ao mesmo tempo, não havia sinais de esgotamento mágico.

As feras do inferno que dominavam a ravina foram tratadas como insetos. A aniquilação foi tratada como um trabalho secundário enquanto eles buscavam por um sinal do |Grande Calabouço|. Os corpos das Feras Mágicas transbordavam ao longo do caminho.

(Hajime): “Haaaaa, mesmo que seja em algum lugar dentro de |Raisen|, é vasto demais”

Eles se moviam enquanto examinavam a presença de cavernas. Mesmo que eles fizessem inspeções minuciosas, nenhuma foi encontrada. Hajime só podia reclamar.

(Hajime): “Bem, independentemente do que aconteça, nós vamos chegar a |Grande Montanha Vulcânica|, está tudo bem se não encontrarmos nada aqui. Deve haver alguma pista no |Vulcão| afinal”

(Shia): “Bem, mesmo que seja assim…”

(Yue): “Nn… mas essas Feras Mágicas deixam as coisas sombrias”

(Shia): “Aaaa, Yue-san também não gostas deste lugaaaar”

Enquanto reclamavam e ficavam enojados pelas Feras Mágicas que continuavam aparecendo, eles continuaram viajando por três dias. Não houve resultados no dia e a escuridão já tinha surgido. O lindo brilho da Lua crescente podia ser visto se você olhasse para cima. Assim, Hajime e seu grupo começaram a se preparar para acampar. Depois de pegar a tenda, eles prepararam o jantar com ingredientes e temperos comprados na cidade. A tenda e os utensílios eram Artefatos que Hajime criou.

A tenda foi criada usando a ‖Magia da Criação‖, com a [Pedra de Aquecimento] e a [Pedra de Resfriamento] instaladas. Ela sempre mantinha uma temperatura confortável. Ela também era equipada com uma [Geladeira] e um [Congelador] feitos com a [Pedra de Resfriamento]. Além disso, a estrutura de metal foi imbuída com a ‖Intercepção de Sinal‖ da [Pedra de Rompimento da Mente], desta forma, não seria fácil para os inimigos os encontrarem.

Quanto aos utensílios de cozinha, havia uma frigideira e uma chaleira com uma chama ajustável, que era proporcional a quantidade de |Poder Mágico usado, e uma faca de cozinha com a ‖Garra do Vento‖ em sua lâmina afiada que poderia ser ativada ao colocar magia. Havia também um tipo de vaporizador para limpeza. Eles eram os filhos de que Hajime se orgulhava e que ajudavam na provisão das refeições em sua viagem. Além disso, como eles só podiam ser usados usando a ‖Manipulação Direta de Magia‖, poderíamos dizer que era um sistema de prevenção de roubo.

(Hajime): “A magia da Era dos Deuses é realmente conveniente”

Essas foram as palavras que Hajime disse quando ele fez os Artefatos que seriam seus utensílios de cozinha e a tenda instalada com um sistema de aquecimento e resfriamento. Era como uma tecnologia inútil (que não era tão inútil), que ele inutilmente refinou.

A propósito, o jantar do dia era Kururu cozido em tomate. Kururu era um frango que era capaz de voar no céu. A qualidade e o gosto da carne eram iguais ao de um frango comum. Esse era um tipo de frango popular deste mundo. Era um prato onde a carne era cortada em pedaços mastigáveis polvilhados em farinha. Depois disso, ela era salteada[2] e então cozida com vários ingredientes em uma sopa de tomate.

Ela tinha o sabor correto da manteiga e molho de carne. Você poderia sentir a acidez do tomate permeando seu nariz ao sentir o cheiro. Quando colocada na boca, os sabores iriam se espalhar. A carne iria se desfazer dentro da boca, a batata (uma imitação de batata) derreteria completamente dentro da sopa de tomate, enquanto a doçura da cenoura (outra imitação) e a cebola (imitação) seriam transmitidas para a língua. Ter pão para molhar dentro da sopa foi algo que realmente tornou o prato mais delicioso.

O jantar estava pronto com total satisfação. Enquanto estavam imersos no persistente sabor, Hajime e seu grupo conversaram como eles sempre faziam. Dentro da tenda, eles poderiam conversar tranquilamente porque a [Pedra de Rompimento da Mente] estava ativa, o que fazia com que as Feras Mágicas não se aproximassem deles. Apesar de alguns monstros se aproximarem, Hajime só precisava colocar sua mão para fora da janela instalada e atirar. Além disso, quando era hora de dormir, os três se revezavam como vigias até que a manhã chegasse.

Atualmente, já era hora para Yue e Shia se prepararem para dormir. O primeiro a ficar de guarda seria Hajime. Como havia futons[3] macios dentro da tenda, eles podiam dormir confortavelmente apesar de estarem acampando. Aliás, Shia foi para fora da tenda antes de ir até o seu futon.

Para Hajime, que estava com uma cara confusa, Shia disse calmamente…

(Shia): “Eu queria colher flores”

(Hajime): “Não há flores dentro da ravina, sabia?”

(Shia): “Ha-ji-me-saaaaan!”

As palavras sem delicadeza de Hajime destruíram o rosto calmo de Shia. Ela encarou ele com raiva. Hajime, que obviamente sabia o que ela quis dizer, falou “Foi mal, foi mal”, com um sorriso irônico no rosto que não mostrava nenhum remorso. Shia apressadamente foi para o lado da tenda com raiva. Depois de um tempo…

(Shia): “Ha-Hajime-saaaan! Yue-saaaan! É uma emergência! Por favor, venham aaaaqui!”

Foi o que Shia gritou, esquecendo da possibilidade de Feras Mágicas nas proximidades. Se perguntando o que teria acontecido, Hajime e Yue, que saíram da tenda, olharam um para o outro e então correram ao mesmo tempo.

Quando eles chegaram na origem da voz de Shia, eles viram que havia um enorme monólito que se apoiava na parede da ravina depois de ser derrubado e um espaço foi revelado entre o monólito e a parede. Shia estava dentro desse espaço vendo algo inacreditável, sendo totalmente tomada pela animação.

(Shia): “Aqui, bem aqui! Eu encontrei!”

(Hajime): “Eu entendi, por enquanto, saia daí. Parece que você usou todo o seu fortalecimento corporal. Você não está animada demais?”

(Yue): “… irritante”

A agitada Shia foi puxada pelas mãos de Hajime e Yue. Quando Hajime puxou ela, ele sentiu algo, enquanto Yue franziu o cenho sombriamente quando sentiu a mesma coisa. Guiados por Shia dentro da fenda entre as pedras, eles entraram na parede que tinha um interior vazio e era mais largo do que o esperado. Entrando nesse espaço, Shia silenciosamente (e com uma expressão orgulhosa) apontou seu dedo para a parede.

Hajime e Yue olharam para o local que ela apontou. Então, eles instintivamente soltaram um “Ha?” enquanto piscavam seus olhos surpresos.

Na frente dos dois, nesse lugar, havia um esplêndido letreiro retangular que foi feito cortando a parede e letras estranhamente femininas estava gravadas nele.

[“Por favor, entrem! No emocionante |Grande Calabouço| de Miledi Raisen?”]

Os sinais de “!” e “?” pareciam estranhamente irritantes.

(Hajime): “… que merda é essa!?”

(Yue): “… o que é isto?”

As vozes de Hajime e Yue saíram em sucessão. “Eu estou vendo algo inacreditável agora!”, era a exata representação de suas expressões. Os dois olharam vagamente para o letreiro dentro da ravina infernal.

(Shia): “Perguntando o que… esta é a entrada! Do |Grande Calabouço|! Eu encontrei por acaso quando eu fui fazer… ] tosse [, colher flores. Beeeem, era real, há mesmo um |Grande Calabouço| dentro do |Grande Cânion Raisen|

Enquanto a voz idiota de Shia ressoava, talvez por Hajime e Yue finalmente terem conseguido superar a surpresa, eles ficaram com expressões indescritíveis. Então, eles olharam um para o outro perplexos.

(Hajime): “… Yue. Você acha que isso é real?”

(Yue): “… … … … … … … … … nn”

(Hajime): “Essa foi uma pausa longa. Sua base?”

(Yue): “… Miledi…”

(Hajime): “Foi isso então…”

“Miledi” foi o primeiro nome de |Raisen| que apareceu no memorando de Oscar. Apesar do nome Raisen ser transmitido e conhecido pelo mundo, o primeiro nome era desconhecido. Portanto, a chance de que um lugar com esse nome assinado ser o |Grande Calabouço Raisen| era muito alta.

Mas, não importava a situação, o que eles realmente eram incapazes de acreditar era…

(Hajime): “Por que tem que ser essas letras?”

Havia um motivo para falar isso. Hajime estava se lembrando das lutas desesperadas que aconteceram dentro do |Grande Calabouço Orcus| e, certamente, os outros |Calabouços| também seriam assim, era por isso que o clima despreocupado do letreiro fez ele perder suas forças. Yue também entendia bem a seriedade de um |Grande Calabouço|. Era por isso que a expressão dela dizia que ela pensava que isso poderia ser apenas alguma piada.

(Shia): “Mas a entrada não parece estar à vista, não é? O interior era um beco sem saída…”

Sem saber o que se passava nas mentes de Hajime e Yue, Shia pensou “Me pergunto onde a estrada está?” e estava procurando pelos arredores. Então, ela bateu em uma parte oca da parede.

(Hajime): “Oi, Shia. Não…”

] GAKONn! [

(Shia): “Fukya!?”

“Não se mova descuidadamente por aí” eram as palavras que Hajime foi incapaz de terminar quando a parte da parede que Shia tocou subitamente girou e Shia desapareceu do outro lado da parede. Era um mecanismo parecido com o da casa de um ninja.

(Hajime e Yue): “…”

A credibilidade do letreiro milagrosamente aumentou com a descoberta da entrada do |Grande Calabouço|. O |Grande Calabouço Raisen| era aqui afinal. Mesmo que eles tivessem uma montanha de queixas como “Está mesmo tudo bem para um |Grande Calabouço|?” e “Me devolva a seriedade de |Orcus|, coisas desse tipo depois de verem o convite que parecia algo comum para um parque de diversões. Hajime e Yue, que viram Shia silenciosamente desaparecendo atrás da porta giratória, mais uma vez se olharam e então suspiraram e colocaram suas mãos na porta como Shia.

Ativando a porta, Hajime e Yue foram mandados para o outro lado como Shia. O interior era completamente escuro e a porta voltou para sua posição original. E nesse momento…

] Hyu! Hyu! Hyu! [

Sons de alguma coisa voando ressoaram enquanto eles não podiam ver nada dentro da escuridão. Hajime imediatamente usou a ‖Visão Noturna‖ e descobriu o que era. Eram flechas. Incontáveis flechas pintadas de preto para não refletirem a luz foram voando para remover os intrusos que apareceram.

Hajime, com [Donner] em sua mão direita, usou sua mão esquerda para derrubar essas flechas negras. ] Kan! Kan! Kan! [. O som de metal atingindo metal surgiu, sem que nenhuma das flechas fosse poupada.

Quando contadas, havia 20 flechas. Flechas totalmente pretas feitas de metal e que não refletiam nenhuma luz estavam espalhadas pelo chão. Quando a última flecha foi derrubada, o silêncio voltou.

Ao mesmo tempo, as paredes ao redor começaram a brilhar. A área que Hajime e seu grupo estavam era uma sala com um comprimento de dez metros em todas as direções e, seguindo em frente, uma passagem para o interior aparecia. Além disso, havia uma litografia dentro da sala com palavras com as mesmas letras do letreiro.

[“Você ficou assustado? Hey, isto assustou você? Então você é uma criança, niya, niya

Ou você se machucou? Ou alguém morreu? Bufufufu”]

(Hajime e Yue): “…”

Hajime e Yue não podiam pensar em nada além de uma coisa. E essa coisa era: “Que irritanteeee”. Aliás, as partes do “Niya, niya” e “bufufufu” foram gravadas com ênfase como se fosse para provoca-los, os deixando ainda mais irritados. Especialmente se alguém em seu grupo realmente morresse, então os sobreviventes certamente iriam amaldiçoar os Céus.

Hajime e Yue estavam tão irritados que veias pulsavam em suas cabeças. Então, subitamente, Yue murmurou algo que ela tinha acabado de lembrar.

(Yue): “… Shia?”

(Hajime): “Ah”

Ouvindo o murmúrio de Yue, Hajime finalmente se lembrou. Então ele olhou para trás para a porta giratória em pânico. Como a porta fazia apenas uma rotação por vez, ela não estando no local significava que ela foi pega quando Hajime e Yue entraram. Ele se sentiu incomodado quando muito tempo se passou e ela não entrou, assim, Hajime imediatamente ativou a porta giratória.

Shia estava… lá como esperado. Seu corpo parecia estar costurado na porta.

(Shia): “Uu, ] soluça [, Hajime-san… por favor, não olheeee, mas, eu quero que você tire essas coisas. ] Soluça [, por favor, faça isso sem olhar para miiiim”

Era mesmo uma aparência lamentável. Shia, apesar de incapaz de ver as flechas que estavam voando, provavelmente usou sua habilidade natural de busca e de alguma forma conseguiu desviar delas com segurança. Contudo, parecia que tinha sido realmente no último segundo. Com suas roupas sendo perfuradas aqui e ali, ela formou um pictograma[4] parecido com aqueles desenhados em saídas de emergência. As orelhas de coelho dela estavam em uma forma parecida com um raio para desviar das flechas. Como ela sabia que ela tinha feito algo impossível, seu corpo ainda tremia mesmo agora. Acima de tudo isso, Shia não chorou pelo medo da morte. A razão era… os pés dela estavam completamente molhados.

(Hajime): “Agora que eu me lembrei, mas você ia colher algumas flores… bem, o que posso dizer? Você só fez o que era necessário…”

(Shia): “Errado! Uuuuu, por que você não terminou aquilo, eu do passadoooo!!”

Era uma aparência que você nunca gostaria de mostrar sendo uma mulher, ainda mais para Shia, que estava chorando porque foi vista assim pelo homem que amava. As orelhas de coelho dela se abaixaram. Primeiramente, mesmo que houvesse uma chance para encontrar um amor depois de cem anos, Hajime pensou que já era tarde demais. Foi por isso que, sem olhar para longe, ele a encarou impressionado. E isso machucou ainda mais o coração de Shia.

(Yue): “… não se mova”

Talvez por também ser uma mulher, a falta de expressões de Yue continha simpatia e ela libertou Shia de sua crucificação.

(Yue): “… eu vou fazer algo sobre isso. Você ainda é uma novata”

(Shia): “Estou envergonhadaaaa. ] Soluça [”

(Yue): “… Hajime, troca de roupas”

(Hajime): “Aqui”

A troca de roupa de Shia foi tirada de dentro da [Caixa do Tesouro], então ela fez uma rápida mudança enquanto corava.

Finalmente, as preparações de Shia terminaram. “É hora de conquistar o |Calabouço|!”, foi o entusiasmado grito dela, apenas para notar a litografia.

Ela olhou para baixo e seu cabelo escondeu sua expressão. Shia ficou em silêncio por um tempo, então ela lentamente pegou [Doryukken] e esmagou a litografia com toda a sua força. ] Gogya [, foi o som que ressoou acompanhado da destruição da litografia.

Talvez por ela ser incapaz de continuar suportando isso, ela magnificamente atacou com [Doryukken] muitas e muitas vezes como se estivesse atacando um inimigo de sua família.

Assim, no local em que estava a litografia quebrada, letras foram gravadas no chão e diziam…

[“Descuuuulpe? Esta litografia vai ser automaticamente reparada depois de algum tempoooo. Pu-kusukusu!!”]

(Shia): “Mukiiiiiiiii!!”

Shia estava realmente furiosa e começou a atacar com [Doryukken] com mais intensidade. A pequena sala tremia como se um pequeno terremoto estivesse acontecendo, o som dos impactos extraordinários ressoou muitas vezes.

Observando Shia com um olhar incrédulo, Hajime murmurou com franqueza.

(Hajime): “Miledi Raisen, ao invés de uma integrante dos Libertadores, ela é inquestionavelmente a inimiga da humanidade”

(Shia): “… eu concordo totalmente com isso”

Aparentemente, o |Grande Calabouço Raisen| seria um lugar difícil em um sentido diferente da dificuldade do |Grande Calabouço Orcus|.


[1] Coelho lunar, também conhecido como coelho de jade, é o folclore a respeito de um coelho que vive na Lua, baseado na pareidolia que identifica os relevos lunares como sendo a figura do mamífero. A história existe em diversas culturas, particularmente no folclore da Ásia Oriental, onde ele aparece socando um almofariz (também chamado de pilão ou moedor).

[2] Saltear (do Francês sauté, “pulou”, “saltou”) é uma técnica da culinária muito semelhante à fritura, mas que utiliza pouca quantidade de óleo. Consiste em evitar que o alimento perca seu líquido e dessa forma preserva seu sabor. Para tanto é necessário submeter a carne, peixe ou legume à alta temperatura para poder criar uma camada protetora em volta da superfície do alimento.

[3] Um futon é um tipo de colchão usado na tradicional cama japonesa. Os futons são baixos, com cerca de cinco centímetros de altura, e têm no interior algodão, lã ou material sintético.

[4] Pictograma é um desenho figurativo estilizado que funciona como um signo de uma língua escrita.